terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Resenha: Divergente

Divergente.






Opa! Sou um divergente.
Nos vemos em uma sociedade distópica, onde tudo é controlado por 5 facções, que definem suas escolhas de vidas, personalidade, linha de pensamento e tudo mais, especificamente. Logo de cara vemos que tudo isso não vai dar certo, e é nisso que o livro gira.
Tudo começou quando o mundo viu que no meio de tantas guerras e problemas, teria de mudar o mundo totalmente. Os que falavam que o problema do mundo, era a covardia, criou uma facção chamada Audácia (Dauntless, os corajosos). Os que falavam que era a inimizade, criaram a facção chamada Amizade (Amity, os amigos e pacificadores). E também tinha os que achavam que o problema era que as pessoas pensavam só em si mesmas, e não tentavam ajudar o próximo. Esses, criaram a Abnegação (Abegnation, os altruístas). E aqueles que achavam que a ignorância era o maior problema, criaram a Erudição (Erudite, os inteligentes)
E há aqueles que achavam que a mentira era a fonte de todo o mal, então esses criaram a Franqueza (Candor, os honestos.)

Toda a história é contada por apenas um ponto de vista, em primeira pessoa. Essa pessoa se chama Beatrice, que é da Abnegação.
Cada pessoa tem apenas uma chance de mudar de facção em toda a sua vida, que é quando você faz 16 anos e poderá fazer seu teste de aptidão, revelando qual facção é a que mais lhe caracteriza.
Normalmente, a pessoa tem apenas um resultado, entre as 5 facções.
Entretanto, há casos raros, que dão um resultado inconclusivo. Esses são os divergentes. Mas espera! Não diga esse nome. Não deixe que ninguém o escute. É um nome que por si só já lhe causa muitos problemas.
Ser um divergente definitivamente não é bom. Isso significa que você não pode ser só franco, ou só audacioso, ou só altruísta, ou só amigo, ou só inteligente. Isso significa que você tem uma forma de pensamento mais ampla, que você pode pensar. E obviamente, os governantes não gostariam que você fosse um divergente.
(Isso nos remete a nossa realidade atual brasileira, ou só eu que me lembro disso?)
E a história se passa quando Beatrice faz seus 16 anos. Ela pode escolher uma nova facção e largar sua família, ou pode ficar na sua atual facção e continuar com sua família. Mas todos, precisam fazer seus testes de aptidões. E é ai que o problema nasce.
Beatrice tem um resultado inconclusivo. Ela descobre que é divergente. E agora? O que fazer?

~~x~~

Particularmente, amei o livro. Estou indo ler o segundo, Insurgent, em inglês mesmo. (Já que infelizmente o lançamento só será feito em abril)
O livro tem uma narrativa muito rápida, e eu gosto disso. Entretanto, a autora peca muito em detalhes. As vezes você não consegue imaginar os rostos das pessoas, ainda mais os leitores que estão acostumados a ler George Martin, como eu!
Contudo, é um livro delicioso para se ler. Recomendo a todos. A falta de detalhes é compensada pela narração rápida e forte.

Desejo a você, que depois de ler minha resenha e tenha decido que irá ler, fortes emoções em sua leitura! Recomendo o livro. (:

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